Lonears é um grupo de miúdos - creio que não levarão a mal chamá-los assim - ali para os lados de Caselas mas que têm como limite, o mundo! O som é claramente anglo-saxónico com influências da nova vaga de músicos que importamos diariamente dos Estados Unidos da América; Linkin Park, Incubus ou mais recentemente os Paramore. E embora os projectos acima referidos sejam adoptados pela MTV - autêntica "junk-food" visual - o colectivo lisboeta assenta arraiais no facto de não andar no mundo da música pela fama ou pela fortuna.
A OPA volta a colaborar pelo terceiro ano consecutivo no Festival de Música Moderna de Corroios. Não deixa de ser curioso, e há mesmo coincidências, algumas das bandas selecionadas este ano de alguma forma já eram do conhecimento da OPA. Não, eu não tenho qualquer voto na matéria sobre quem passa as eliminatórias! Eu sou a que vai a palco quebrar um bocado o gelo, no espírito da coisa faz umas entrevistas atabalhoadas (do que falar quando cerveja é a palavra de ordem? do estado do país?) mas depois compensa ao escrever umas reviews com alguma pinta. Sigam a par e passo as últimas da XIV Edição de um dos Festivais mais antigos de Portugal AQUI!1. FATO FETO (Évora)
2. HOT LIMOUSINE (Alcobaça)
3. ICONOCLASTS (Lisboa)
4. INDIGO (Leiria)
5. KINDS (Lisboa)
6. MONEY MAKERS (Lisboa)
7. PUNY (Viseu/Anadia)
8. THE SCART (Abrantes)
Suplentes:
1. ZOP (Seixal)
2. NO SWEAT (Leiria)
3. CLUNK (Lisboa)
Um pouco de História...
Este ano o Festival de Música Moderna de Corro
ios presta homenagem ao Rock Rendez Vous - a melhor e mais carismática sala de espectáculos portuguesa - e a Mário Guia (ex-baterista do grupo "os Ekos" dos anos 60) criador da sala do Rock Rendez Vous (1980 / 1990) e da editora Dansa do Som.
Assim no Cine-Teatro do Ginásio Clube de Corroios, durante as sessões do 14ª Festival de Corroios, estará patente uma exposição de materiais cedidos e autorizados por Mário Guia tais como: posters, fotos e artefactos alusivos ao mítico espaço onde se revelaram, através dos seus concursos de música moderna portuguesa, nomes como Mler Ife Dada, Pop dell'Arte, Sitiados, Mão Morta, Ritual Tejo, Ornatos Violeta, entre outros. Espaço onde os Heróis do Mar deram o seu primeiro concerto público e Rui Reininho se estreou à frente do GNR.
Não negamos que o exemplo do RRV nos tocou e alguns de nós estiveram mesmo, de várias formas, ligados a este espaço. Quando a sala fechou sentimos necessidade de dar continuidade ao seu trabalho de divulgação e apoio a novos nomes da música portuguesa.
O Festival de Música Moderna de Corroios tem vindo desde 1996 a afirmar-se como um dos mais importantes eventos de promoção da nova música portuguesa e a exemplo da Dansa do Som, editora do RRV, sempre editou os registos em CD das bandas vencedoras.
Fica o nosso apelo a todos para que partilhem connosco o espírito do saudoso Rock Rendez Vous e o celebrem no decurso da 14ª edição do Festival de Música Moderna de Corroios.
Bar é um nome que facilmente entra no ouvido, foi pelo menos esta a explicação da Sara a vocalista da banda de Lisboa, para uma escolha que tão facilmente dá origem a equívocos. Longe de serem um grupo de miudos iludidos pela fama e pelo aparato dos videoclips da MTV, são constituidos por 5 cabeças pensantes, o que explica por vezes a luta de egos. É saudável e se assim não fosse, por certo, não teriam tanto orgulho no projecto que acarinham há mais de 4 anos.
Grunge Is Alive!
2008 foi o ano de viragem para Noiserv, o projecto a solo de David, que nunca se imaginou nesta aventura musical sozinho. Acolhido pela editora Merzebau, Noiserv, apresenta-nos desde o primeiro instante coerência, inclusivé no domínio da voz e dos vários instrumentos que manuseia.
AbztraQt Sir Q são de Lisboa mas o céu é o limite. O som que fazem, dizem, é algo que nunca ouviram. E a generalidade das pessoas dificilmente se cruza com uma banda cuja originalidade esteja à frente de tudo o resto. A abordagem à música e a forma invulgar como a vocalista se expressa confere ao projecto um cariz indecifrável. Não apreciam etiquetas mas sabem o percurso a seguir, por mais espinhoso que seja, prometem não desistir.
A Teresa é uma artista errante. Não assenta arraiais em nenhum local em particular. Quem a quer ver é a partilhar experiências e a conhecer novas culturas tendo como veículo principal, a música.
J. Rebola não tem mãos a medir no que a música diz respeito. Envolvido em mil e um projectos pode aplicar-se o princípio "quem corre por gosto não cansa".YSGA um dos cabeças de cartaz da XIII Edição do Festival de Música Moderna de Corroios. Na altura o concerto assentava no disco de estreia, registo vibrante com malhas punk “She’ll Turn Us All On” ou o single de apresentação com grande um brutal “powerplay” na rádio portuguesa “Like When I Was
Participaram no Festival de Corroios mas nunca chegaram, e segundo as palavras do vocalista Pedro Gabriel “A ganhar nada”, facto é que anos mais tarde são convidados para integrar o cartaz do concurso, “a ganhar” e se calhar nada mal! São as ironias do destino…
“Emocional Cocktail” é o segundo trabalho e segue a linha coerente do CD anterior, embora com faixas menos rápidas, mas sem descaracterizar a sonoridade do colectivo de Lisboa. Não deixa de ser estranho que consigam ser tão eficazes em disco e ao vivo - com uma atitude altamente profissional – sem que se note elos emocionais entre os vários elementos. Cada um viaja no seu próprio “cocktail emocional” e talvez por isso, eu enquanto apreciadora da música dos YSGA receie que este disco marque o princípio do fim.
A outra diz "cantarei até que voz me dôa". Espero que vocês toquem até que vos sangrem os dedos...
A crítica e o público não lhe poupam elogios. “Para além da saudade” editado em 2007 fê-la viajar por todo o mundo – constando na lista dos melhores CDs da música portuguesa lançados o ano passado – levou ainda para casa, em Maio passado, o galardão de melhor interprete na III Gala Amália Rodrigues. A jovem fadista de 28 anos continua humilde com um sentido de orientação muito bem traçada. Mentor desde o primeiro momento, Jorge Fernando (com mais de 30 anos de carreira) – considerado o menino de Ouro de Amália – mantém-se firme ao lado de Ana Moura conferindo-lhe um registo único e inimitável. Fado rejuvenescido em letras contemporâneas e um frescor contagiante na linha melodia das suas canções.
Após tantos palcos pisados, a cantora não dispensa o contacto com os fadistas históricos, que ainda cantam nas casas de Fado dos bairros típicos da capital. Embora tenha começado por cantar no Sr. Vinho de Maria da Fé (outra das mentoras), actualmente dá um pulinho até à Casa de Linhares, junto à Casa dos Bicos, porque foi assim que tudo se começou a desenhar na sua carreira. Usando as suas palavras, precisa de sentir “a quentura do público”. Gosta de descobrir a tradição na voz e nas palavras que ajudaram a transformar o Fado na canção de Portugal, levando assim a nova geração a querer redescobrir as raízes nacionais.
ALF dão primazia à palavra. Orgulham-se da língua e têm prazer na sua articulação. ALF não são de outro mundo,antes terrenos e poetas. Será possivel juntar os dois conceitos? ALF olha o mercado musical português nos olhos e junta-se a outros projectos na criação do MAR, por outro lado, deixam que as palavras construam um puzzle que só a banda compreende. Em poucas linhas este é o planeta ALF...
Rita RedShoes - Choose Love
Sara Tavares - Eu Sei
Azevedo Silva - Die Mauer
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Orangotang - Decide
Blind Zero - Can't Hold You Down
Linda Martini - Amor Combate
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FadoMorse - Caxemira
Bad Lovers and Isteria Iberica - Lisboa
New Conection - Window Dummies
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Peixe Avião - Mar Carpelo
Ekta Moai - Dinâmo
Black Soffa - Soul Queen
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Desbundixie - Ana's Sweet
Lost Gorbatcheves - ...
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